Ensemble Lux Antiqua
O Ensemble Lux Antiqua — constituído inicialmente sob a designação de Ensemble D. José I — realizou a sua primeira apresentação pública em abril de 2021. Mantendo os seus músicos uma sólida ligação artística e musical à cidade de Castelo Branco, o projeto nasceu por convite da respetiva Câmara Municipal, no âmbito das celebrações dos 250 anos da elevação de Castelo Branco à categoria de cidade por D. José I, em 1771.
Na sequência deste projeto inicial, manifestou-se por parte de alguns dos seus elementos a intenção de conferir regularidade à atividade artística do ensemble. Em 2026, a sede foi transferida para Lisboa e adotada a atual designação, que se mantém desde então, prosseguindo o ensemble a sua dedicação à interpretação da música barroca, com especial atenção ao rigor histórico e à expressividade da linguagem musical dos séculos XVII e XVIII.
Desde a sua fundação, o ensemble tem-se dedicado à divulgação de um repertório que atravessa diferentes escolas e sensibilidades europeias do período barroco, promovendo o diálogo entre compositores como Domenico Scarlatti, Georg Philipp Telemann e Lodovico Viadana. Foi precisamente este cruzamento de tradições — a virtuosidade italiana, a inventividade germânica e a espiritualidade da polifonia sacra — que caracterizou a sua primeira apresentação pública, ainda em 2021.
Sob direção artística e produção de Nélia Gonçalves e Sofia Grilo, o Lux Antiqua tem como missão a valorização da música antiga junto de novos públicos, privilegiando uma interpretação historicamente informada, sem prescindir de uma leitura pessoal e contemporânea das obras. Sediado em Lisboa, o ensemble tem vindo a afirmar-se como um projeto em desenvolvimento no panorama da música barroca em Portugal, comprometendo-se a continuar a explorar e a divulgar o vasto património musical deste período.
